27/Jan/2026
INFLAÇÃO
A projeção para o IPCA de 2026 caiu de 4,02% para 4,00%. A taxa está 0,50% abaixo do teto da meta, de 4,50%. Há um mês, era de 4,05%. A projeção para o IPCA de 2027 se mantém estável em 3,80%, pela 12ª semana consecutiva. O IPCA encerrou 2025 com alta acumulada de 4,26%. A partir de 2025, a meta de inflação passou a ser contínua, com base no IPCA acumulado em 12 meses. O centro é de 3%, com tolerância de 1,5% para mais ou para menos. Se a inflação ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central perdeu o alvo.
A projeção para o IPCA de 2028 se mantém estável em 3,50%, pela 12ª semana seguida. Para 2029, também permanece em 3,50%, pela 21ª semana consecutiva. Para o curto prazo, o IPCA deve acumular alta de 1,23% no trimestre de janeiro a março de 2026. A projeção para janeiro permanece em 0,35%, e para fevereiro subiu de 0,53% para 0,54%. Para março, diminuiu de 0,35% para 0,34%. Um mês antes, eram de 0,36%, 0,53% e 0,35%, nesta ordem.
PIB
A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 permanece em 1,80%, pela sétima semana consecutiva. A estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2027 permanece em 1,80%, pela quarta semana seguida. As previsões para o crescimento do PIB de 2028 e 2029 permanecem em 2,00%, pela 98ª e 45ª semana seguida, respectivamente.
JUROS
A projeção para a Selic no fim de 2026 permanece em 12,25%, pela quinta semana consecutiva. A projeção para o fim de 2027 continua em 10,50% pela 50ª semana seguida. A estimativa para a Selic no fim de 2028 permanece em 10,00%. Há um mês, estava em 9,75%. Para 2029, a previsão segue em 9,50%, pela 13ª semana consecutiva.
DÓLAR
A projeção para a cotação do dólar no fim de 2026 permanece em R$ 5,50 pela 15ª semana consecutiva. A projeção para a moeda norte-americana no fim de 2027 oscilou de R$ 5,50 para R$ 5,51, depois de 12 semanas de estabilidade. Para o fim de 2028, segue em R$ 5,52 pela 4ª semana seguida. Para 2029, oscilou de R$ 5,57 para R$ 5,58. Há um mês, era de R$ 5,56. A moeda americana fechou 2025 cotada em R$ 5,4840, com perda acumulada de 11,18% frente ao Real. A apreciação da divisa brasileira foi motivada pelo enfraquecimento global do dólar e pela atratividade das operações de carry trade, na esteira do forte ciclo de aperto monetário conduzido pelo Banco Central, que levou a Selic a 15% ao ano.
Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.