24/Feb/2026
INFLAÇÃO
A projeção para o IPCA de 2026 caiu de 3,95% para 3,91%. A taxa está 0,59% abaixo do teto da meta, de 4,50%. Há um mês, era de 4,00%. A projeção para o IPCA de 2027 segue em 3,80%, pela 16ª semana consecutiva. As projeções para o IPCA de 2028 e 2029 seguem em 3,50%, pela 16ª e 25ª semanas consecutivas. O IPCA deve acumular alta de 1,17% no trimestre de fevereiro a abril de 2026. A projeção para fevereiro caiu de 0,50% para 0,45%, e para março de 0,34% para 0,33%. Para abril, oscilou de 0,40% para 0,39%. Um mês antes, eram de 0,54%, 0,34% e 0,40%, nesta ordem.
PIB
A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 aumentou levemente, de 1,80% para 1,82%, depois de 10 semanas de estabilidade. A estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2027 segue em 1,80%, pela 8ª semana seguida. As projeções para o crescimento do PIB de 2028 e 2029 permanecem em 2,00%, pela 102ª e 49ª semana seguida, respectivamente.
JUROS
A projeção para a Selic no fim de 2026 caiu de 12,25% para 12,13%, depois de oito semanas de estabilidade. A projeção para o fim de 2027 continua em 10,50% pela 54ª semana seguida. A projeção para Selic no fim de 2028 segue em 10,00%, pela 5ª semana seguida. Para 2029, a previsão continua em 9,50%, pela 17ª leitura consecutiva. Em janeiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a Selic em 15% pela quinta vez seguida, mas indicou que pode começar o processo de corte dos juros na próxima reunião, em março.
DÓLAR
A projeção para a cotação do dólar no fim de 2026 caiu de R$ 5,50 para R$ 5,45, depois de 18 semanas de estabilidade. A projeção para a moeda norte-americana no fim de 2027 segue em R$ 5,50, pela 3ª semana seguida. Há um mês, era de R$ 5,51. Para o fim de 2028, também segue em R$ 5,50, pela 2ª semana consecutiva. Há um mês, era de R$ 5,52.
Para 2029, a projeção oscilou de R$ 5,51 para R$ 5,52. Há um mês, eram de R$ 5,58. A moeda norte-americana fechou 2025 cotada em R$ 5,48, com perda acumulada de 11,18% frente ao Real. A apreciação da divisa brasileira foi motivada pelo enfraquecimento global do dólar e pela atratividade das operações de carry trade, na esteira do forte ciclo de aperto monetário conduzido pelo Banco Central, que levou a Selic a 15% ao ano.
Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.