ANÁLISES

AGRO


SOJA


MILHO


ARROZ


ALGODÃO


TRIGO


FEIJÃO


CANA


CAFÉ


CARNES


FLV


INSUMOS

15/Sep/2026

Focus revisa projeções para inflação e PIB em 2026

INFLAÇÃO

A projeção para o IPCA de 2026 recua pela terceira semana consecutiva, de 5% para 4,90%, permanecendo 0,40% acima do teto da meta de inflação do Banco Central, de 4,50%. Para 2027, a projeção para o IPCA subiu de 4,29% para 4,30%. Há um mês, a estimativa era de 4,24%. A projeção para o IPCA de 2028 permanece em 3,80% pela sétima semana consecutiva. Para 2029, a projeção segue em 3,50% pela 54ª semana seguida, mantendo estabilidade das expectativas de longo prazo. Desde 2025, a meta de inflação é contínua e baseada no IPCA acumulado em 12 meses.

O centro da meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5% para mais ou para menos, estabelecendo limite superior de 4,5%. Caso a inflação permaneça fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central não cumpriu a meta. As estimativas para a inflação de curto prazo indicam que o IPCA deve acumular alta de 1,17% de setembro a novembro deste ano. A projeção para setembro caiu de 0,53% para 0,50%. Há um mês, era de 0,51%. A estimativa de outubro segue em 0,33% pela quarta semana seguida. Para novembro, aumentou de 0,32% para 0,34%. Há um mês, era de 0,32%.

PIB

A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 recuou de 1,93% para 1,89%. Há um mês, a estimativa estava em 1,98%. Para 2027, a projeção de crescimento do PIB caiu de 1,50% para 1,45%. Para 2028, a projeção para o crescimento do PIB caiu de 1,96% para 1,87%. Há um mês, a estimativa era de 1,89%. Para 2029, a projeção permanece em 2,00% pela 78ª semana consecutiva, mantendo estabilidade das expectativas de crescimento no horizonte mais longo.

JUROS

A projeção para a taxa Selic no fim de 2026 permanece em 13,75% pela sexta semana consecutiva. Para 2027, a estimativa para a Selic no fim do ano permanece em 12% pela 13ª semana consecutiva. No início de agosto, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a Selic em 0,25%, de 14,25% para 14% ao ano. Esse foi o quarto corte consecutivo. Desde março, quando o Banco Central iniciou um ciclo de calibração da política monetária, a taxa acumulou redução de 1%, em um ambiente marcado por incertezas relacionadas aos impactos da guerra do Irã sobre a cadeia global de suprimentos, os preços das commodities e a inflação. Para 2028, a projeção para a Selic no fim do ano permanece em 10,50% pela 11ª semana consecutiva. Para 2029, a projeção continua em 10% pela 19ª semana seguida, mantendo estabilidade das expectativas de juros no horizonte mais longo.

DÓLAR

A projeção para a cotação do dólar no fim de 2026 permanece em R$ 5,20 pela 13ª semana consecutiva. Para o fim de 2027, a projeção para a moeda norte-americana recuou de R$ 5,30 para R$ 5,28. Há quatro semanas, a estimativa estava em R$ 5,29. A projeção para o fim de 2028 permanece em R$ 5,30 pela oitava semana consecutiva. Para 2029, a estimativa subiu de R$ 5,35 para R$ 5,36, mesma cotação projetada há um mês.

Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.