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27/Oct/2026

Focus revisa as projeções da economia brasileira

INFLAÇÃO

A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 recuou de 1,83% para 1,80%. Há um mês, a estimativa era de 1,86%. Para 2027, as projeções para o crescimento da economia brasileira diminuíram de 1,32% para 1,31%, na segunda queda consecutiva. Para 2028, a previsão permanece em 1,81%, embora esteja abaixo dos 1,83% registrados há um mês. Para 2029, a projeção de crescimento do PIB continua em 2,00% pela 84ª semana consecutiva.

As projeções para a inflação de curto prazo indicam que o IPCA deve acumular alta de 1,19% de outubro a dezembro deste ano. As respostas foram enviadas pelos economistas ao Banco Central até o dia 23 de outubro, antes, portanto, do segundo turno da eleição presidencial. A projeção para outubro caiu de 0,32% para 0,28%. Há um mês, era de 0,33%. A estimativa de novembro caiu de 0,34% para 0,33%. Há quatro semanas era de 0,35%. Para dezembro, subiu de 0,56% para 0,58%. Há um mês, era de 0,56%.

PIB

A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 caiu de 1,83% para 1,80%. Um mês antes, era de 1,86%. A previsão para o crescimento da economia brasileira em 2027 caiu de 1,32% para 1,31%, na segunda redução consecutiva. A estimativa para o crescimento do PIB de 2028 ficou estável em 1,81%. Há um mês, era de 1,83%. Para 2029, permanece em 2,00% pela 84ª semana seguida.

JUROS

A projeção para a taxa Selic no fim de 2027 caiu de 12,00% para 11,75%, interrompendo uma sequência de 18 semanas de estabilidade. Para o fim de 2026, a estimativa permanece em 13,25%. Para 2027, a estimativa recuou de 12,00% para 11,50%. Para o fim de 2028, a projeção para a Selic diminuiu de 10,50% para 10,00%. Para 2029, a estimativa permanece em 10,00% pela 25ª semana seguida. O cenário das projeções ocorre em meio às incertezas sobre os efeitos da guerra do Irã nas cadeias globais de suprimentos, nos preços das commodities e na inflação.

DÓLAR

A projeção para a cotação do dólar no fim de 2026 recuou de R$ 5,13 para R$ 5,05. Para o fim de 2027, a estimativa para a moeda norte-americana diminuiu de R$ 5,22 para R$ 5,15. Para 2028, a projeção recuou de R$ 5,29 para R$ 5,20, registrando a segunda queda consecutiva. Em relação a 2029, a estimativa para a cotação do dólar caiu de R$ 5,30 para R$ 5,28. Há um mês, a mediana das projeções para o fim daquele ano estava em R$ 5,35.

Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.