01/Set/2022
O bom desempenho do agronegócio brasileiro, apoiado em safras recorde e preços internacionais elevados de commodities como soja e milho, mantém os produtores capitalizados e continua a estimular a renovação de máquinas e equipamentos agrícolas, com reflexos sobre o mercado de seguros. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), no primeiro semestre, o número de tratores e colheitadeiras vendidos no País, normalmente com recursos do Moderfrota (principal linha de investimentos do Plano Safra), cresceu 32,9%, para 31,6 mil unidades. Foi o melhor resultado para o período desde 2013. E a tendência é de alta.
Para a Bradesco Seguros, os percentuais de crescimento mostram que o segmento nunca esteve tão bem, embora ainda seja pouco compreendido pelos produtores. A maior parte dos seguros de máquinas é feito por ocasião do financiamento do bem. O Bradesco quer mostrar que o seguro é a continuidade do negócio. Se quebra uma colheitadeira em um período crucial, a produtividade da fazenda fica comprometida. O preço não é um impeditivo para o produtor fazer seguro. A taxa média cobrada fica em torno de 1,2% do valor do bem, na comparação com os 4% no caso de um seguro de veículo. Fonte: Valor Online. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.