15/Oct/2026
Segundo a StoneX, o milho recuou com força após a revisão para cima da produtividade nos Estados Unidos. O principal fator de pressão foi o relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que elevou a estimativa de produtividade norte-americana para 11,37 toneladas por hectare. A projeção superou a expectativa de mercado. A revisão reforçou as perspectivas de maior oferta de milho nos Estados Unidos e pressionou as cotações, com reflexos também sobre o trigo e a soja. Após o recuo, entretanto, os preços mais baixos estimularam novas compras internacionais.
As Filipinas adquiriram 110 mil toneladas de milho sul-americano, enquanto licitações da Coreia do Sul somaram 590 mil toneladas, evidenciando a presença de demanda compradora mesmo diante da pressão provocada pelas estimativas de produção norte-americanas. A Argentina também amplia a perspectiva de oferta global. A Bolsa de Cereais de Buenos Aires projeta produção de 64 milhões de toneladas de milho, volume 30,6% superior ao da temporada anterior, com contribuição da expansão da área cultivada e da melhora da produtividade. Na Ucrânia, as exportações acumuladas alcançaram 2,005 milhões de toneladas, ante 1,138 milhão de toneladas no mesmo período de 2025. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.