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17/Jun/2026

Revisada projeção de exportação de soja em junho

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) elevou a projeção de embarques de soja em junho para 15,31 milhões de toneladas, considerando a média do intervalo estimado entre 14,80 milhões e 15,82 milhões de toneladas. O volume representa alta de 6,5% ante às 14,38 milhões de toneladas projetadas na semana passada e crescimento de 11,0% sobre as 13,79 milhões de toneladas exportadas em junho de 2025. Com a revisão, o Brasil deve encerrar o primeiro semestre com exportações de soja entre 73,31 milhões e 74,34 milhões de toneladas, acima das 68,05 milhões de toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado. A estimativa reforça o ritmo de escoamento da safra recorde de soja colhida pelo País em 2026.

Em farelo de soja, a projeção recuou para 2,24 milhões de toneladas em junho, de 2,31 milhões de toneladas na semana passada, queda de 2,9%. Se confirmada, a estimativa ainda ficará 34,4% acima das 1,67 milhão de toneladas embarcadas no mesmo mês de 2025. Na semana entre 14 e 20 de junho, o line-up prevê exportação de 3,04 milhões de toneladas de soja e 531,0 mil toneladas de farelo. Na semana entre 14 e 20 de junho, o line-up prevê exportação de 4,02 milhões de toneladas de soja e 696,5 mil toneladas de farelo de soja. Na semana anterior, de 7 a 13 de junho, os embarques somaram 3,04 milhões de toneladas de soja e 531,0 mil toneladas de farelo.

No acumulado de janeiro a junho, considerando as projeções para o mês, o Brasil deve atingir 73,82 milhões de toneladas de soja exportadas, ante 68,05 milhões de toneladas no mesmo período de 2025. O farelo de soja deve somar 12,65 milhões de toneladas, ante 11,27 milhões de toneladas. A China manteve-se como principal destino da soja brasileira no acumulado de janeiro a maio, absorvendo 70% dos embarques, seguida por Espanha (5%), Turquia (4%) e Tailândia (3%). No farelo de soja, os principais destinos foram Indonésia (18%), Tailândia (12%) e Irã (9%). Os volumes podem sofrer alterações em virtude de condições específicas de cada porto, bem como fatores climáticos e logísticos. Fonte: Broadcast Agro. Adaptado por Cogo Inteligência em Agronegócio.